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FOTO 1 ORQUESTRA opt

Sala Cecília Meireles

No dia 27 de outubro, a Orquestra Sinfônica da UFRJ apresenta um repertório de compositores brasileiros na XXII Bienal de Música Brasileira Contemporânea, promovida pela Fundação Nacional de Arte (FUNARTE). A Bienal acontece de 23 a 29 de outubro, no Rio de Janeiro, com a apresentação de 76 peças inéditas de variados estilos da música de concerto.

A abertura da Bienal será no dia 23 de outubro (segunda), às 19 horas, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Nos outros dias, a Bienal leva concertos à Sala Cecília Meireles, parceira do evento desde o seu início, em 1975. São 15 compositores convidados e 46 selecionados pelo Prêmio Funarte de Composição Clássica 2016. O horário dos concertos é 19h, exceto o do encerramento, marcado para 17h.

O objetivo do evento é refletir e estimular todas as manifestações da música brasileira de concerto contemporânea, em sua diversidade estética, de linguagens, meios e formações. Estão presentes obras de vários estilos, desde a música orquestral à eletroacústica, em múltiplas combinações.

A Bienal vai realizar três homenagens in memoriam aos compositores Sergio Roberto de Oliveira (1970/2017) e Olivier Toni (1926/2017), e ao embaixador Vasco Mariz (1921/2017), historiador, musicólogo e pesquisador da música brasileiraA tradicional homenagem especial é para Flávio Silva, nome da música com atuação vinculada às Bienais de Música Contemporânea.

A Orquestra

FOTO 2 ORQUESTRA Salao Leopoldo Miguez da Escola de Musica da UFRJ opt

Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ

A Orquestra Sinfônica da UFRJ (OSUFRJ) é a mais antiga orquestra do Rio de Janeiro, fundada em 1924. Teve vários regentes como os compositores Francisco Mignone, Oscar Lorenzo Fernandez e José Siqueira. As óperas passaram a fazer parte da temporada anual de concertos a partir de 1949. Em 1969, o maestro Raphael Baptista foi nomeado seu regente titular. Em 1979, foi sucedido pelo maestro Roberto Duarte, que esteve à frente do conjunto por mais de quinze anos. Desde 1998, está sob a direção artística dos maestros André Cardoso e Ernani Aguiar. Em 1997, realizou a gravação integral do Colombo, de Carlos Gomes (1836-1896), que mereceu dois importantes prêmios: Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de “Melhor CD de 1998” e Prêmio Sharp 1998 de “Melhor CD” na categoria Música Erudita. As funções acadêmicas da OSUFRJ visam o treinamento e a formação de novos profissionais de orquestra, solistas e regentes. Uma de suas principais características é a valorização da produção musical brasileira. Tem gravado em sua história a execução de mais de uma centena de obras em estreia mundial.

Programação da OSUFRJ na XXII Bienal de Música Brasileira Contemporânea

27 de outubro, às 20h / Ingressos: R$ 10,00

Orquestra Sinfônica da UFRJ

Regência: André Cardoso

Violinos: Carla Rincón e Daniel Guedes

Piano: Dimitri Cervo

 

Programa

João Guilherme RIPPER

Improviso para violino e orquestra

Solista: Daniel Guedes

Helder OLIVEIRA

Resiliens

Wellington GOMES

Estilhaços dançantes

Edson ZAMPRONHA

Il respiro del silenzio

Ricardo TACUCHIAN

Concerto para violino e orquestra

Solista: Carla Rincón

Dimitri CERVO

Rapsódia Maracatu para piano e orquestra

Solista: Dimitri Cervo

 

Acesse Vídeo de apresentação da Orquestra e a Programação Completa.

 

A Sala Cecília Meireles fica na rua da Lapa, 47 – Lapa / (21) 2332-9223

 

Clécia Oliveira

UFRJ Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ
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