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.Forum de Ciência e Cultura
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O Forum de Ciência e Cultura é um dos espaços mais significativos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, antiga Universidade do Brasil. Tem status de Centro, é presidido por um reitor eleito, sob a direção de um coordenador. A proposta do Forum é integrar o ensino, pesquisa e extensão e, nesse sentido, no esforço de compartilhar o conhecimento, busca criar uma rede de troca entre a academia e a sociedade a partir de áreas da ciência, das artes, da política, das tradições. |
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A instituição traduz o conceito contemporâneo de cultura, como sistema simbólico, que dá significado às relações humanas e à diversidade. Promove, nos salões, conferências sobre temas variados, concertos, recitais de poesia, performances, peças, danças e as mais diversas formas de expressão científica, artística e cultural.
Desde a origem, inicio dos anos 70, o Forum está sediado no Palácio Universitário da Praia Vermelha. O prédio retrata a beleza da arquitetura neoclássica e é emoldurado de um lado, pela praia, do outro, pelas montanhas e, ainda, pelas vias urbanas, cuja movimentação torna o lugar privilegiado. |
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| .Espaços |
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| Atrio |

Foto: Eneraldo Carneiro |
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O Átrio, entrada principal do Palácio Universitário, tem capacidade para
receber até 100
pessoas. São 84 metros quadrados de espaço, e pode servir de cenário para recepção de eventos acadêmicos, exposição de obras de arte, montagem de estandes com livros temáticos e, ainda, apresentação de espetáculos. De arquitetura arrojada, em coerência com o estilo neoclássico, o Átrio destaca-se pelo desenho do piso em ”trompe l´oeil”.
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Capela |
A Capela de São Pedro de Alcântara situa-se no segundo pavimento, no centro do Palácio Universitário e possui área de 136 metros quadrados, com capacidade para 150 pessoas. É palco de cerimônias religiosas e concertos de música sacra. A linguagem estética se assemelha a do salão Dourado, com pilastras de ordem coríntia e o altar com a imagem de São Pedro de Alcântara, esculpida em mármore de Carrara, por F. Petrrich, autor de todas as esculturas em mármore do Palácio. Nas laterais superiores há quatro guarda-corpos de cada lado, de onde os alienados assistiam à missa e a outros ofícios religiosos. Sobre a portaria principal situa-se o coro alto. |
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Foto: Bira Soares |
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| Salão Dourado |

Foto: Eneraldo Carneiro |
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Considerado um dos mais belos espaços do Palácio, o Salão Dourado possui 167 metros quadrados e comporta 170 pessoas. Fica no segundo pavimento e é utilizado para concertos musicais, recitais de poesia, apresentação de operetas, peças de teatro, performances, solenidades acadêmicas. Projetado para servir de espaço a eventos comemorativos do Hospício, também foi chamado de Salão Fundador. Desde a origem, há predominância do dourado nas portas, teto, e colunas. Em um dos extremos do salão encontra-se a estátua de Dom Pedro II e, em outro, a de José Clemente Pereira, o provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, um dos idealizados e captadores de recursos para a obra do Hospício. |
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Salão Pedro Calmon |
Maior salão do Palácio, O Pedro Calmon tem 260 metros quadrados e capacidade para 280 pessoas. Também localizado no segundo pavimento, é usado para congressos, seminários, palestras, formaturas, solenidades acadêmicas, cursos, concertos de música, peças de teatro e exibição de filmes. O nome do salão é uma homenagem ao reitor da Universidade do Brasil, que conseguiu do Governo Federal a doação do prédio para sede da Universidade. Este salão foi construído no local onde havia um terraço com guarita para vigia das alienadas. A estética é uma reinterpretação da linguagem clássica e o mobiliário é composto por peças vindas da Congregação da Faculdade de Medicina, que se localizava na avenida Pasteur. |
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Foto: Jonathas Costa |
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| Salão Vermelho |

Foto: Eneraldo Carneiro |
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Localizado no segundo pavimento, entre os salões Moniz de Aragão e Dourado, o Vermelho tem 84 metros quadrados e comporta 100 pessoas. É um espaço próprio para lançamento de livros, recepção com coquetéis, pequenas exposições e realização de performances. O nome do salão refere-se ao tom vermelho dos estofados dos móveis e foi projetado para receber familiares e amigos dos alienados. Era a Sala de Visitas do Hospício, onde se davam as conversas informais. |
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Salão Moniz de Aragão |
Com área de 87 metros quadrados e capacidade para 120 pessoas, o Salão é um espaço ideal para a realização de congressos, solenidades acadêmicas, palestras, seminários, cursos, recitais de poesia e música, além de peças de teatro. O nome faz homenagem ao primeiro reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, antiga Universidade do Brasil, e ministro da Educação e Cultura, Moniz de Aragão. Quando o Palácio passou para a Universidade, esse salão foi reformulado para abrigar o Conselho Universitário. |
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Foto: Bira Soares |
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